Projetos

MATÉRIAS

Diretores da ONG ADAPTSURF realizam palestra na UFRJ.
Publicado em 19/07/2010.

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No dia 16 de julho a ONG ADAPTSURF participou como convidada na palestra “Adaptações e Esportes”, que aconteceu no Auditório Hélio Fraga do Centro de Ciências da Saúde, da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. O evento foi organizado pelo Centro Acadêmico de Terapia Ocupacional, com o objetivo de apresentar as iniciativas e as ações desenvolvidas pela ONG, além da divulgação do surf adaptado e sua relação com a Terapia Ocupacional.

Foram apresentadas soluções em acessibilidade através do Projeto Acessibilidade das Praias, o Projeto Surf Adaptado que tem como principal objetivo a Inclusão e Integração Social através do esporte, de atividades de lazer pelo contato direto com a natureza. E também o Projeto Preservação, que realiza estudos ambientais sobre as condições das praias e ações diretas de coletas de resíduos, através de mutirão de limpeza das praias e encostas.

A palestra foi realizada pelos diretores, Dr. Luiz Phelipe Nobre e Professora Luana Nobre, para um público de aproximadamente sessenta pessoas, alunos do curso de Terapia Ocupacional e de outros cursos também, debatendo assuntos como histórico surf adaptado, principais surfistas, esporte adaptado, pessoas com deficiência, tipos de deficiências e adaptações para a prática do surf e seus benefícios terapêuticos.

Foram apresentados vídeos dos Projetos da ONG, de divulgação do Surf Adaptado, além de slide de fotos. Ao final da palestra foram respondidas perguntas realizadas pelos participantes. Agradecemos aos alunos do CATO organizadores do evento, Daniel, Lorhaine, Priscila e Wanneli, e aos coordenadores do curso, Ana Paula e Marcus, pelo convite e pela oportunidade.

Otaviano Bueno, o “Taiu”, lenda viva do surf brasileiro supera os limites. Por Nancy Geringer.
Publicado em 17/07/2010.

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A manhã da última terça-feira (13/7) foi especial para o surf brasileiro, pois marcou a volta do lendário Taiu Bueno às ondas do Guarujá (SP). Com o apoio de amigos e uma prancha adaptada para superar a limitação motora, Taiu teve a oportunidade de deslizar novamente sobre as ondas na praia das Astúrias.

Aos 11 anos, Taiu teve o seu primeiro contato com o surf com uma prancha de isopor na praia de Pitangueiras, também no Guarujá. Aos 20, foi morar no Hawaii e passou a competir profissionalmente. Durante muitos anos ele encarou as maiores ondas havaianas e conquistou diversos títulos em competições no Brasil. Em 1991, esta trajetória de sucesso como surfista profissional foi interrompida por um acidente na praia de Paúba, litoral Norte paulista. Depois de não conseguir completar uma onda, Taiu sofreu uma fratura na quarta vértebra cervical, traumatizando a medula óssea. Ficou tetraplégico e passou a conviver com uma paralisia motora do ombro para baixo.

Mas o último dia 13 revelou para Taiu que este período de quase 19 anos fora do mar ficou para trás. Com o apoio de amigos, ele experimentou novamente a sensação de voltar ao line up das Astúrias. A ideia de voltar ao surf já vinha sendo amadurecida há alguns anos, mas tomou força com as gravações do projeto Aloha, curta metragem que fala sobre o surf adaptado. O filme foi roteirizado e dirigido por Paula Luana Maia e Nildo Ferreira, jovens participantes do Instituto Querô. A produção deve ser finalizada até setembro.

De acordo com Joaquim Eduardo Teixeira, do Instituto Querô, Taiu foi convidado a participar para falar sobre surf adaptado. “Ele se amarrou na ideia, mas depois pediu para sair porque não achava legal falar de surf adaptado sem ser surfista adaptado. Como percebemos que esta era sua maior vontade, propus para ele tocar o projeto de uma prancha e colocarmos na água. Ele topou na hora e começamos o contato para produção. O Neco (Carbone) abraçou a ideia e desenhou o projeto”, explica Teixeira. O shaper Neco Carbone usou toda sua experiência para desenvolver uma prancha que oferecesse a estrutura necessária para que Taiu surfasse sem perigo, enquanto Jordano Paiva e Alexandre Passos produziram um assento especial.De acordo com Taiu, a oportunidade de voltar à água ganhou força com o surgimento das pranchas de stand up. “As pessoas mencionavam, mas o Neco era o que mais falava.

A dificuldade se dava por conta da minha postura na prancha, pois de bruços seria terrível. Imaginei que seria possível sentado quando vi um filme realizado em Makaha (Hawaii) com dois surfistas na prancha, sendo que o da frente estava sentado”, recorda Taiu. “Aliamos tecnologia, ideia e necessidade de adaptação. Isso resultou na prancha (G-Zero). Mas ainda tinha o desafio de criar um assento confortável. Tiramos o molde das costas em uma placa de fibra, que foi reforçado e revestido de espuma e gel, com o acabamento realizado em tapeçaria naval”, explica Taiu.

Na manhã da terça-feira todos foram para água. Jorge Paccelli e Neco Carbone ficaram com a função da remada e Alemão de Maresias ficou na escolta, responsável pela segurança.
“Minha vida mudou geral depois disso. Agradeço a Deus por me dar esta oportunidade. Percebi o quanto todo mundo vibrou com os drops maravilhosos que dei hoje. É uma alegria de alma, similar a de uma vitória em um campeonato. Mas, o maior crédito é da minha equipe toda, do dia a dia e agora do surf. Sem palavras”, diz Taiu emocionado. Agora, segundo ele, é só esperar a água esquentar para fazer mais quedas. “Agora que chegamos a um modelo ideal, é só esperar mais dias com tempo bom para praticar mais vezes. Esta é uma nova fase na minha vida e só tenho que agradecer”, completa Taiu.

ONG ADAPTSURF participa do curta-metragem ALOHA!.
Publicado em 25/06/2010.

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A ONG ADAPTSURF foi convidada para participar do documentário ALOHA!, realizado pela Oficina Querô, um Projeto Social desenvolvido em São Paulo, nas cidades de Santos e Guarujá. O curta-metragem apresenta o surf adaptado com parte do tema, mostrando alguns personagens representantes da modalidade e também dois surfistas profissionais engajados em Projetos Sociais. Os surfistas convidados participaram das filmagens nas praias do Guarujá, apresentando suas histórias de vida e, principalmente, surfando altas ondas juntos.

Henrique Saraiva, sócio-fundador da ONG ADAPTSURF e surfista, juntamente com Valdemir Corrêa, surfista cego de Santos e Robson Careca, referência no surf adaptado, local do litoral norte de São Paulo, foram escolhidos para representar o surf adaptado no Brasil. O filme contará com a participação mais que especial do surfista Otaviano Bueno, o Taiu, que voltará a surfar após o seu acidente, que o deixou tetraplégico em 1991. Para completar a turma foram convidados os surfistas profissionais Jojó de Olivença, ex-campeão brasileiro, e Jair de Oliveira, local de Santos. O grupo permaneceu unido durante três dias, hospedados na Praia da Enseada, saindo sempre bem cedo para gravar e pegar ondas. O clima de fraternidade e união esteve presente durante toda a filmagem, que aconteceu durante os dias 16, 17 e 18 de junho de 2010.

Os locais escolhidos para as filmagens foram: Praia de Pernambuco, Astúrias, Perequê e Mar Casado. Os picos estavam com excelentes ondas, favorecendo o surf do grupo, o clima agradável com muito sol e sem vento completou o cenário ideal para um belo filme de surf. A produção formada por participantes das Oficinas Querô foi excelente, fornecendo todo o suporte e atenção que os surfistas precisavam, respeitando as condições de acessibilidade e aceitando as sugestões do pessoal.

A ONG ADAPTSURF colaborou com a acessibilidade das filmagens, indicando os materiais necessários para melhorar o acesso dos surfistas adaptados às praias, fornecendo uma cadeira anfíbia e três esteiras MOBI-MAT, cedidas pela CONTEMPOS, a pedido da ONG ADAPTSURF. O filme contou ainda com a participação do fisioterapeuta Luiz Phelipe Nobre, presidente da ONG ADAPTSURF, que colaborou com seus conhecimentos na área do surf adaptado e acessibilidade das praias, auxiliando os surfistas dentro do mar e na montagem da acessibilidade dos locais.

O documentário ALOHA! é um projeto desenvolvido pelos jovens participantes das Oficinas Querô, com roteiro premiado através de um edital do Ministério da Cultura que será exibido em mais de 40 emissoras de TV do país. A produção é uma realização dos jovens em parceria com a Querô Filmes, braço de produções do Instituto Querô.

Agradecemos a toda a equipe ALOHA! pela atenção e dedicação. Iniciativas como essa são fundamentais para a divulgação e desenvolvimento do surf adaptado no Brasil. Agradecemos também aos surfistas e amigos Taiu, Careca, Jojó, Jair, Val e Isabela pelos momentos de alegria e muito surf.

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Concurso fotográfico “Colado na ADAPTSURF”.
Publicado em 23/06/2010.

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A ONG ADAPTSURF promove o concurso fotográfico “Colado na ADAPTSURF”, com o objetivo de estimular os participantes a registrar os momentos de integração social relacionados a ADAPTSURF. As fotos devem apresentar como tema o surf adaptado, acessibilidade e preservação das praias, e também a paixão pelo Brasil. Nas fotos deve aparecer o adesivo ADAPTSURF BRASIL, em diversos cenários levando em consideração o tema.

O Projeto Surf Adaptado promove oficinas multimídia, com diferentes tipos de mídia, onde os próprios surfistas adaptados aprendem a filmar e a fotografar o surf e os momentos de lazer na praia. Colocando em prática os ensinamentos, os alunos vão poder expressar o lado artístico, apresentando através de imagens a sua própria interpretação dos momentos vividos com a ONG ADAPTSURF.

As imagens devem ser enviadas por e-mail contato@adaptsurf.org.br até o dia 20 de julho. Uma comissão formada por fotógrafos, cinegrafistas e membros da ONG ADAPTSURF vai selecionar as melhores fotos, que serão premiadas com produtos cedidos pelos nossos apoiadores.
O concurso é abertos a todos, para participar basta adquirir o seu adesivo nos locais onde são desenvolvidas as atividades da ONG ADAPTSURF, na Barra da Tijuca, posto 2, e na Praia Acessível do Leblon, em frente ao posto 11, das 11 às 15 horas.

Participação da ONG ADAPTSURF no Arraial Long Festival.
Publicado em 10/06/2010.

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A ONG ADAPTSURF participou como convidada no Arraial Long Festival, competição de longboard realizada na Praia Grande, em Arraial do Cabo, Rio de Janeiro. Promovido pela Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, Associação de Surf de Arraial do Cabo (ASAC) e Dody Surf, o campeonato inédito no município contou com a participação de 80 surfistas divididos em seis categorias: Open, Master, Legends, Super-legends, Sub-18, Feminino, além da categoria especial para surfistas com deficiência.

Esta foi a primeira competição onde a categoria surf adaptado foi julgada oficialmente, sob os mesmos critérios e formato das categorias tradicionais, os juízes credenciados pela FESERJ avaliaram as ondas surfadas pelos competidores, graduando com notas que variam de zero a dez pontos. Este foi um verdadeiro marco na história do surf brasileiro, onde surfistas com diferentes tipos de deficiência se enfrentaram em baterias, mostrando a todos que através do surf é possível superar limites e vencer desafios.

No sábado, primeiro dia da competição, o mar estava pequeno com ondas de meio metro perfeito, com um bom nível de surf nas categorias: Stand up paddle, Feminino e a Adaptsurf, que emocionou a todos que estavam presentes, com uma grande prova de superação, competindo pela primeira vez no município. O público presente na Praia Grande pôde ver de perto a felicidade brilhando nos olhos de cada competidor, vibrando e aplaudindo ao final de cada onda surfada.

As baterias de surf adaptado foram disputadas pelos alunos da ONG ADAPTSURF, que entraram na água mostrando os ensinamentos aprendidos. Dentre os participantes estavam os alunos da Barra e do Leblon, surfistas com deficiência física, visual, auditiva e síndrome de down, que competiram cada um ao seu estilo, provando que o surf é um esporte democrático, onde todos podem participar.

Foram três baterias com quatro alunos na primeira fase, duas semi-finais de três surfistas e uma final com quatro competidores. A competição contou com a ilustre participação do sócio-fundador Henrique Saraiva, que surfou em pé, ao invés de surfar de joelhos, como está acostumado. Os participantes contaram com o auxílio dos voluntários da ONG ADAPTSURF, Felipe e Aline, além do fisioterapeuta Phelipe e da professora Luana, e também do competidor da categoria Stand up paddle, Bezinho Otero, que participou como voluntário na primeira bateria auxiliando o aluno Wesley.

Foi um dia de muita confraternização, onde o mais importante era curtir os momentos de alegria proporcionados pelas ondas. Ao final, todos foram premiados com medalhas, troféus e kits com acessórios de surf, pois mostraram muita força de vontade e garra ao superar seus limites. Na bateria final participaram os alunos Camila, Marcelo e Fernanda, junto com o atleta Henrique Saraiva que se sagrou o campeão da categoria.

O evento contou com a presença dos familiares e amigos dos alunos, nesta que foi a primeira surf trip da ONG ADAPTSURF, que viajou do Rio para Arraial com um ônibus cedido pela UFRJ, saindo às seis horas da manhã e retornando a noite. Parabenizamos todos alunos participantes: André, Camila, Daniela, Fernanda, Ilan, Israel, Leandro, Marcelo, Monique, Wesley e Yuri.
Vocês são grandes vencedores.

Resultado da categoria ADAPTSURF:
1º - Henrique Saraiva, 2º - Fernanda Tolomei, 3º - Marcelo Santos e 4º - Camila Fuchs.

Agradecemos a todos os presentes pelo incentivo, a toda organização do evento pela receptividade, a ASAC pelo convite, a UFRJ pelo ônibus, ao motorista Paulo, aos familiares e voluntários. Parabenizamos ao Dody pelo pioneirismo em baterias de surf adaptado e a FESERJ pelo apoio a ONG ADAPTSURF.

Primeira etapa do Circuito ADAPTSURF.
Publicado em 02/06/2010.

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Começou em maio o Circuito ADAPTSURF, o primeiro circuito de surf para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no Rio de Janeiro, que reúne em um dia de competição os alunos do Projeto Surf Adaptado, participantes das aulas no Leblon e na Barra da Tijuca. A ONG ADAPTSURF disponibiliza todos os equipamentos que são utilizados durante o evento, como também uma equipe de profissionais especializados e com experiência em surf adaptado

Cada bateria é realizada com dois surfistas e 20 minutos de duração. Uma equipe de juízes na competição avalia os participantes considerando a distância percorrida na onda, o controle da prancha, além da escolha das ondas e das manobras feitas pelos surfistas. Cada competidor entra na água acompanhado de um surfista voluntário, que o ajuda a entrar nas ondas, voltar e se posicionar no outside. Não há eliminações, no final, as notas de cada bateria são somadas, ficando estabelecido, provisoriamente, o ranking ADAPTSURF até a próxima etapa, que será realizada em setembro.

No último sábado (29/5) aconteceu a primeira etapa do Circuito ADAPTSURF, na praia da Barra da Tijuca, em frente ao posto 2. Em um dia de sol e ondas de um metro, dezessete alunos participaram da competição, divididos em nove baterias de vinte minutos cada. As ondas foram julgadas por três jurados, as melhores notas foram somadas, estabelecendo a pontuação final do surfista.

O principal objetivo do evento foi promover a integração social no ambiente da praia, contou com a presença dos alunos, familiares, amigos e voluntários. O público presente incentivou os alunos em cada onda surfada, vibrando e aplaudindo ao final das baterias. O clima de confraternização tomou conta da tenda montada na areia em frente ao pico, com área reservada aos competidores, mesa de frutas e sucos.

A primeira etapa contou com a participação especial do sócio-fundador e atleta Henrique Saraiva, que julgou as ondas e entrou no mar com o aluno Raphael, mostrando a todos um surf adaptado de alto nível. Estiveram presentes prestigiando o evento o empresário Augusto, da KPALOA, grande apoiador e incentivador da ONG ADAPTSURF, e também a atleta de bodyboard Renata Cavalleiro, que participou como jurada na competição.

O mar estava difícil, com ondas de um metro, mesmo assim os alunos surfaram muito bem na vala do inside, auxiliados pelos surfistas voluntários Jader e Daniel Maia, e também pela equipe de voluntários do Projeto Surf Adaptado, Alex, Professora Luana e os fisioterapeutas Nívea e Phelipe. Na água os surfistas provaram que o surf é um esporte democrático e de interação total com a natureza, foram destaque nesta etapa os alunos Marlon, Luiz Arthur e Fernanda.

No fim de tarde rolou a premiação, todos os alunos foram vencedores por mostrar muita coragem e força de vontade, superando os limites e vencendo barreiras. Todos os surfistas receberam troféus, adesivos e camiseta ADAPTSURF. Além dos prêmios, foram sorteados produtos KPALOA, bonés e camisetas.

Agradecemos a todos os alunos, familiares, participantes e voluntários pelo maravilhoso dia de muita alegria e surf. A primeira etapa do Circuito ADAPTSURF foi registrada pelas lentes dos fotógrafos voluntários, Felipe Tolomei e Emanuel Sava do SURFFOTO, e pelo produtor e cinegrafista Gustavo Leite.

Baterias: Felippe e Israel; Monique e Fernanda; Camila e Daniela; Cláudia e Lígia; Thaís e Marlon; André e Leandro; Luiz Arthur e Ana Carolina; Raphael e Henrique; Silvana e Juliana.

Class Aluno Onda 1 Onda 2 Total
1 º Marlon 8,0 7,0 15,0
2 º Luiz Arthur 7,0 7,0 14,0
3 º Fernanda 6,0 7,0 13,0
4 º Ligia 7,0 4,0 11,0
4 º Camila 5,0 6,0 11,0
4 º Claudia 5,0 6,0 11,0
4 º Leandro 5,0 6,0 11,0
4 º Thaís 6,0 5,0 11,0
5 º Daniela 6,0 4,0 10,0
5 º Raphael 6,0 4,0 10,0
5 º André 5,0 5,0 10,0
5 º Monique 5,0 5,0 10,0
6 º Felippe 8,0 - 8,0
6 º Ana Carolina 8,0 - 8,0
6 º Israel 4,0 4,0 8,0
7 º Silvana - - 4,0
7 º Juliana - - 4,0

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Lançamento do GUIA ADAPTSURF – Acessibilidade das Praias.
Publicado em 26/05/2010.

mat60_01 Iniciado em 2007 e pioneiro no Rio de Janeiro, o Projeto Acessibilidade das Praias possui o objetivo de viabilizar as adaptações necessárias para permitir ingresso e permanência das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no ambiente natural da praia.
Desenvolvemos pesquisas e estudos buscando soluções para garantir o acesso à praia por todos, sem exceção. Neste sentido, pesquisamos diversos exemplos positivos no Brasil e no mundo. Contamos com a colaboração de voluntários que realizam pesquisas coletando informações e imagens de diferentes praias do mundo todo.
A ONG ADAPTSURF conseguiu atingir um de seus objetivos, divulgando e promovendo a acessibilidade das praias. Desde sua fundação, muitos projetos vem sendo implementados em todo Brasil, ampliando os conhecimentos relacionados ao tema.
Através de participações em feiras e congressos os conceitos criados no Projeto Acessibilidade das Praias são divulgados e repassados a instituições e representantes de governo, disseminando as soluções que visam promover a inclusão e integração social das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no ambiente natural da praia.
Em 2007 iniciamos a elaboração do GUIA ADAPTSURF – Acessibilidade das Praias, que tem como objetivo divulgar os resultados obtidos pelo Projeto. O guia reúne informações sobre acessibilidade das praias do Rio de Janeiro. Do Leme a Grumari, são indicados os pontos mais acessíveis e preservados, e também os melhores locais para a prática do surf adaptado.

GUIA ADAPTSURF – Acessibilidade das Praias.
Guia em PDF - Guia em HTML

ADAPTSURF no Coca-Cola Saquarema Pro 2010 – WQS.
Publicado em 18/05/2010.

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Pelo segundo ano consecutivo, a Praia de Itaúna, em Saquarema – RJ, recebeu as grandes feras do surf do mundial.
O Coca-Cola Saquarema Pro 2010 – WQS, etapa nível 6 estrelas, que aconteceu entre os dias 11 e 16 de maio.

Os brasileiros que marcaram presença no evento foram Jadson André, Neco Padaratz, Raoni Monteiro, Leonardo Neves, Marco Polo e Willian Cardoso, que foi o campeão da etapa. Já entre as estrelas internacionais, destaque para os australianos Chris Davidson, Nathan Hedge, o sul-africano Travis Logie e o americano Nathaniel Curran.
Ao todo participaram 144 atletas de 16 países, além do Brasil.

A ONG ADAPTSURF participou do evento como convidada, com o objetivo de divulgar e difundir a modalidade de surf para pessoas com algum tipo de deficiência. Mostrando a todos que através do esporte é possível superar limites e vencer desafios.
A bateria demonstrativa aconteceu minutos antes da final no domingo, com a presença do surfista e sócio-fundador da ONG, Henrique Saraiva e do aluno do Projeto Surf Adaptado André Souza. Com ondas perfeitas de 1 metro o público presente pode conhecer de perto o surf adaptado.

Saquarema é uma cidade que tem uma ligação muito forte com o surf e é conhecida mundialmente pela qualidade das ondas e seus atletas. “Nosso objetivo é que o evento se torne uma tradição no calendário do surf”, disse Sergio Lindemman, organizador do evento.

Agradecemos a organização do evento, aos voluntários da ONG ADAPTSURF e a todos que apóiam nossas iniciativas.



ONG ADAPTSURF marcou presença no Lupa Lupa Longboard Festival.
Publicado em 16/05/2010.

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O Projeto Surf Adaptado, desenvolvido pela ONG ADAPTSURF, promove aulas gratuitas de surf para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Em 2010, o Projeto conta com a participação de mais de trinta alunos de idades variadas e diferentes tipos de deficiência, incluindo: deficiência física, deficiência visual, deficiência auditiva, intelectual, múltiplas deficiências, síndrome de Down e Parkinson.

As atividades são orientadas por uma equipe especializada formada por voluntários Professores de Educação Física e Fisioterapeutas, e também estagiários da área da saúde e de outras áreas. Os alunos passam por uma avaliação criteriosa, onde é estabelecida, entre outros aspectos, a maneira como o aluno vai surfar, seja deitado, ajoelhado, semi-ajoelhado, sentado ou de pé. Utilizando uma metodologia própria, as aulas incluem o ensino da técnica do surf, noções de oceanografia, educação ambiental, aulas teóricas e treinamento físico.

No sábado, quinze de maio, os alunos de Projeto Surf Adaptado tiveram a oportunidade de conhecer de perto o funcionamento e a estrutura de um campeonato de surf. Durante o campeonato Lupa Lupa Longboard Festival, que aconteceu nos dias 15 e 16 de maio na praia da Macumba no Rio de Janeiro, os alunos aprenderam um pouco sobre o chaveamento das baterias, critérios de julgamento, pontuação, sinalização, tempo das batarias, além de poder sentir o clima de competição.
Esta experiência servirá como preparação para a participação dos alunos em eventos competitivos e mostras de surf adaptado.

Agradecemos a organização do evento, Recreio Surf Club, Secretaria de Meio Ambiente e principalmente a FESERJ que nos recebeu com muita atenção e divulgou a ONG ADAPTSURF durante o evento.

Acessibilidade das Praias: no Brasil e no mundo.
Publicado em 11/05/2010.

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Iniciado em 2007, o Projeto Acessibilidade das Praias possui o objetivo de viabilizar as adaptações necessárias para permitir ingresso e permanência das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no ambiente natural da praia.

Desenvolvemos pesquisas e estudos para buscar as melhores soluções para garantir o acesso à praia por todos, sem exceção. Neste sentido, pesquisamos diversos exemplos positivos no Brasil e no mundo. Contamos com a colaboração de voluntários que realizam pesquisas coletando informações e imagens de diferentes praias do mundo todo.

Adriano Stockler, advogado e surfista, membro do Conselho Fiscal, visitou a Indonésia, onde pesquisou sobre a acessibilidade das praias na ilha de Bali e Grajagan. A partir de sua experiência e relatos foi possível conhecer um pouco sobre os pontos positivos e negativos em relação à condição de acesso às ondas mais famosas ondas do Oriente, que em sua maioria são feitos de barco. Adriano constatou que, na maioria das praias, para chegar até as ondas o surfista deve realizar uma longa caminhada sobre os corais afiados. Na Austrália, Adriano observou as principais praias de Sydney e Gold Coast, catalogando e fotografando os acessos à faixa de areia e às ondas, além dos arredores, encontrando muitas rampas, esteiras e amplos acessos com sinalização adequada.

Já o sócio-fundador, surfista e kitesurfista, Bernardo Figueiredo Afonso esteve na Espanha e constatou ótima acessibilidade em praias da região de Barcelona e Málaga. Segundo ele, a questão da acessibilidade foi priorizada na época da realização dos Jogos Olímpicos em 1992 e hoje em dia, encontra-se bem desenvolvida. Como exemplo, Bernardo relata a existência de inúmeras rampas e decks de madeira, que se prolongam até próximo ao mar, permitindo o acesso de cadeirantes até a água de maneira autônoma. Bernardo realizou ainda estudos de acessibilidade em praias do Uruguai e da Venezuela, constatando a presença de rampas e esteiras na maioria das praias analisadas.

Em 2009, a voluntária Bruna Paraizo desenvolveu o estudo nas praias portuguesas, registrando todos os acessos, analisando o transporte público, todo o entorno, e acesso à faixa de areia e ao mar. Segundo Bruna, em Portugal, as chamadas “Áreas de Mobilidade Condicionada”, ou “Acessos Condicionados” (que vão do metrô até a faixa de areia) são encontrados em praticamente todas as praias. As adaptações existentes são desde rampas e decks de madeira, que vão do estacionamento até a areia, esteiras, e também cadeira de rodas anfíbia, que possibilita a entrada na água e o banho de mar. Em primeira análise Bruna conclui que em todas as praias visitadas o acesso à faixa de areia é feito por rampas e esteiras fixas ou removíveis, tipo MOBIMAT.

Em Portugal, desde 2004, acontece o Projeto Praia Para Todos, que desenvolve a acessibilidade das praias oceânicas e pluviais, com atividades voltadas para as pessoas com deficiência, incluindo o banho de mar com a cadeira de rodas anfíbia. A iniciativa é do Instituto Nacional de Reabilitação, em parceria com Prefeituras e empresas.

No Brasil, há um crescimento da consciência dos Governantes para a questão da acessibilidade das praias, e nos últimos dois anos, muitas praias do litoral de São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia e Pernambuco sofreram intervenções para melhoria dos acessos. Recentemente, a ONG ADAPTSURF foi procurada pela Secretaria da Pessoa com Deficiência de São Paulo para fornecer informações sobre os equipamentos necessários para adaptações de praias.

Em fevereiro, as praias do litoral de São Paulo receberam cadeiras anfíbias para facilitar o banho de mar, e também esteiras e rampas de acesso.

A ONG ADAPTSURF conseguiu atingir um de seus objetivos, divulgando e promovendo a acessibilidade das praias. Desde sua fundação, muitos projetos vem sendo implementados em todo Brasil, ampliando os conhecimentos relacionados ao tema. Através de participações em feiras e congressos os conceitos criados no Projeto Acessibilidade das Praias são divulgados e repassados a instituições e representantes de governo, disseminando as soluções que visam promover a inclusão e integração social das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no ambiente natural da praia.

Henrique Saraiva, idealizador e sócio-fundador da ADAPTSURF, participa de Exposição com Empreendedores no Rio.
Publicado em 11/05/2010.

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Empreendedores de diversos setores da sociedade estão reunidos na exposição “Sim. Eu Sou Empreendedor”, no 3º piso do Botafogo Praia Shopping. A mostra faz parte das comemorações pelos 10 anos da Junior Achievement no Rio de Janeiro.

Henrique Saraiva, idealizador e sócio-fundador da ONG ADAPTSURF, foi convidado para integrar o quadro de empreendedores homenageados juntamente com grandes nomes do cenário empresarial Carioca. Entre eles, o empresário Eike Batista; José Junior do AfroReggae; Heloisa Assis - a Zica, do Instituto Beleza Natural; o judoca Flavio Canto; Vera Cordeiro (Renascer) entre outros, incluindo jovens cuja trajetória profissional foi despertada em programas apoiados pela iniciativa privada. Em comum, histórias de vida transformadas pelo empreendedorismo.

Formado em marketing, Henrique já trabalhou em grandes empresas como a Light e IBM, atualmente ocupa o cargo de vice-presidente da ONG ADAPTSURF, participando ativamente de sua administração.
A exposição de painéis com as histórias dos participantes permanece de 30 de abril a 14 de maio, no Botafogo Praia Shopping - 3º piso, com entrada franca. Vale a pena conferir.

André Souza, aluno e atleta ADAPTSURF, realiza palestra na UFRJ.
Publicado em 10/05/2010.

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O evento “Tecnologia Assistida e Superação”, que aconteceu no dia 30 de abril, discutiu as dificuldades enfrentadas pelos deficientes físicos no Brasil e as perspectivas para melhoria da qualidade de vida deste público. O debate contou com a presença do surfista adaptado André Souza e da professora Ana Paula Cazeiro, doutoranda em Terapia Ocupacional pela Universidade de São Paulo (USP).
O evento, realizado no Auditório Manuel Maurício de Albuquerque, foi organizado pela Fluxos, empresa júnior de Administração da UFRJ.

André, aluno e atleta ADAPTSURF, falou sobre sua vida após o acidente de moto que o deixou paraplégico e as dificuldades diárias que enfrenta até hoje. “Primeiro, eu fiquei muito preocupado com os meus pais. Depois, refleti e decidi que tinha duas opções: viver bem ou ficar dependente”, relatou.


André contou com a ajuda do esporte para se recuperar. “Comecei com o remo, esporte de que gosto muito. Depois, fiquei sabendo da ONG ADAPTSURF e me interessei. Hoje não consigo pensar na minha vida sem o surf”, afirmou.
Durante a palestra, André apresentou vídeos das aulas do Projeto Surf Adaptado, fotos da sua prancha adaptada e falou sobre os benefícios e as dificuldades encontradas para a prática da modalidade.
“As praias não têm acesso para os deficientes. Com a ajuda de alguns equipamentos, nós conseguimos acessar a praia”, disse.

ONG ADAPTSURF vencedora do III Prêmio Sentidos.
Publicado em 10/04/2010.

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O Prêmio Sentidos, em sua terceira edição, tem o objetivo de divulgar e reconhecer as histórias de superação de pessoas com deficiência e mostrar as realizações em prol da inclusão social e econômica desenvolvidas por instituições do terceiro setor, empresas e poder público.

Em 2009, a ONG ADAPTSURF foi indicada entre as dez melhores instituições do Terceiro Setor, assim como o sócio-fundador Henrique Saraiva, que foi indicado entre os dez melhores na categoria Esportes, em 2009 e 2010.

No III Prêmio Sentidos, a ONG ADAPTSURF foi indicada entre as três finalistas na categoria Menção Honrosa – Terceiro Setor, pela sua atuação relevante no cenário da Inclusão e Integração Social, com Projetos desenvolvidos em esporte adaptado e acessibilidade das praias. Desde sua fundação, já beneficiou mais de 300 pessoas diretamente, inovando com iniciativas alternativas visando a integração com a natureza.

A ONG ADAPTSURF, representada pelos sócio-fundadores Henrique Saraiva e Luiz Phelipe Nobre, foi a vencedora do III Prêmio Sentidos na Categoria Menção Honrosa – Terceiro Setor. O resultado foi divulgado em uma cerimônia na Secretaria da Pessoa com Deficiência, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Estavam presentes no auditório autoridades do setor, personalidades e os indicados ao Prêmio em oito categorias.

Agradecemos a todos os envolvidos, aos apoiadores, voluntários, participantes e familiares que confiam no trabalho voluntário desenvolvido pela equipe de profissionais da ONG ADAPTSURF. O Prêmio representa uma conquista de todos que acreditam em uma sociedade justa, livre de preconceitos e uma natureza preservada.

O Prêmio é uma iniciativa da Revista e Site Sentidos, AVAPE, FENAVAPE, Instituto Ressoar, Rede Record de Rádio e Televisão, e com o apoio da Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Editora Escala, Flow Design, Áurea Editora, Net Cidade e Trama Comunicações.
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1ª Feira de Turismo Muito Especial de Pernambuco.
Publicado em 29/03/2010.

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Promover e divulgar o Turismo para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida e o conceito de inclusão social das pessoas com deficiência no turismo. Essa foi a grande missão da 1ª Feira de Turismo Muito Especial de Pernambuco, que aconteceu entre os dias 24 e 27 de março, na área de eventos do Paço Alfândega, em Recife, no piso superior. Realizada pelo Instituto Muito Especial com o apoio do Ministério do Turismo, a feira iniciou às 19h do dia 24, com show de André Rio. Além da ONG ADAPTSURF estiveram presentes mais de 30 expositores das áreas de serviço em Turismo como a Rodas da Liberdade, Freeway Adventure, Aventura Especial e Museu de Arte Moderna de São Paulo.

Durante os três dias em que o evento aconteceu, houveram apresentações de grupos musicais, companhias de dança e teatro. Entre as atrações culturais estavam o grupo percussivo e a capoeira infantil da AACD, além da Companhia de Teatro Arte e Silêncio e o cantor David Valente. De acordo com o presidente do Instituto Muito Especial, Marcus Scarpa, existe um mercado de turismo com forte demanda e estrutura de ações atraentes para todos os públicos.

O STAND ADAPTSURF foi elaborado com a parceria da Geka, com banners e adesivos. Foram expostos os equipamentos para viabilizar a acessibilidade das praias e para a prática do surf adaptado. Durante todo o evento foram exibidos vídeos e fotos, contamos também com acesso direto ao site www.adaptsurf.org.br.

Foram apresentadas soluções em acessibilidade através do Projeto Acessibilidade das Praias, iniciado em 2007, que tem como objetivo discutir e viabilizar a acessibilidade das praias Cariocas, promovendo as adaptações necessárias para o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

São desenvolvidos estudos urbanísticos e ambientais sobre condições dos acessos das praias e entorno, analisando o acesso à faixa de areia e ao mar. Promovemos atividades de esporte e lazer adaptados praticados na praia acessível. Na Feira apresentamos os resultados do Projeto, com exposição fotos e vídeos da cadeira de rodas anfíbia, da esteira e catálogo Mobi-Mat, além das soluções em acessibilidade que acontecem ao redor do mundo.

O Projeto Surf Adaptado tem como principal objetivo a Inclusão e Integração Social através do esporte e do contato direto com a natureza. Desenvolvido nas praias do Rio de Janeiro pela equipe de profissionais voluntários, visando educar, socializar e desenvolver globalmente o indivíduo através do ensinamento da técnica, com metodologia lúdica e total segurança. Foram apresentados os resultados do Projeto. Mostra de vídeos e fotos das aulas e dos atletas em ação nas praias do Rio de Janeiro.

A participação da ADAPTSURF na feira foi bastante proveitosa, despertando no público presente a vontade de participar das atividades de lazer e esporte adaptado propostas. Em breve, membros da entidade irão implementar os serviços em Recife, com a parceria de Associações e do Governo local

Agradecemos ao Instituto Muito Especial pela oportunidade, a produção do evento pela atenção e a todas as pessoas que visitaram o STAND ADAPTSURF. Fica registrado o nosso agradecimento especial aos demais expositores que nos acolheram e apoiaram durante todo o período.
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Um dia de voluntário na ONG ADAPTSURF.
Publicado em 22/03/2010.

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No último final de semana do verão, o Projeto Surf Adaptado recebeu na praia da Barra da Tijuca uma visita especial dos surfistas profissionais, Marcos Sifu e Marcelo Trekinho, que participaram como voluntários durante as aulas, compartilhando momentos de alegria e muito surf com os alunos.

Marcos Sifu, referência mundial em manobras aéreas, é um grande incentivador do surf adaptado e apoiador da ONG ADAPTSURF, participa ativamente das atividades, além de produzir os filmes da instituição. Marcelo Trekinho é um dos melhores surfistas da atualidade, com estilo de surf moderno, ele é um dos principais representantes do surf Carioca.

Em um dia de sol e ondas pequenas, os dois surfistas contribuíram muito com as aulas, passando um pouco da experiência aos alunos na parte teórica e também dentro do mar, fornecendo instruções e colocando a galera nas ondas. Marcos e Marcelo chegaram cedo à praia, colaborando com a montagem da estrutura e recepção dos alunos.

A dupla ficou muito feliz em poder ajudar no Projeto, Marcelo ficou amarradão e prometeu voltar mais vezes, trazendo seus amigos para participarem também. “Foi muito maneiro, quero participar novamente e trazer meus amigos do Leblon, o trabalho voluntário com essa galera é muito gratificante”, relatou.

Marcos Sifu, que participa como voluntário desde o começo, está muito envolvido com a ONG ADAPTSURF, amigo de infância do sócio-fundador Henrique Saraiva, ele entrou no mar com os alunos e também fez imagens subaquáticas das ondas do pessoal. “Hoje foi muito irado! As ondas estavam ideais para as aulas, estou muito feliz com a vibração positiva da galera, a ADAPTSURF é uma verdadeira família”, comentou.

Para os alunos foi um dia muito especial, uma experiência única, surfar com os ídolos bem de perto, passando instruções e incentivando a cada onda surfada. O aluno André ficou muito empolgado com a oportunidade de trocar informações diretamente com os atletas. “Foi demais, o Trekinho e o Sifu são inspiração para o meu surf, eles radicalizam muito nas ondas, quero um dia poder mandar um aéreo com a minha prancha!”.

As aulas do Projeto Surf Adaptado acontecem aos sábados na praia da Barra, em frente ao posto 2, para participar como voluntário basta entrar em contato conosco e comparecer ao local no horário marcado.

ONG ADAPTSURF estreia a primeira esteira MOBI-MAT no Brasil.
Publicado em 16/01/2010.

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A ONG ADAPTSURF desenvolve desde 2007 o Projeto Acessibilidade das Praias, visando a melhoria das condições de acesso às praias pelas pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Realizamos estudos ambientais e urbanísticos em toda orla Carioca, analisando os aspectos fundamentais que garantem o livre acesso, como a presença de rampas, esteiras, vagas especiais, banheiros adaptados entre outros.

A Norma Técnica Brasileira ABNT NBR 9050 assegura que os acessos às praias devem ser feitos através de rampas específicas e pisos fixos ou removíveis prolongados em direção ao mar. O Projeto realiza também pesquisas sobre as soluções em acessibilidade, verificando os exemplos positivos encontrados nas praias da Europa, Austrália, Estados Unidos, Uruguai e Venezuela. Na maioria das praias pesquisadas, o deslocamento sobre a faixa de areia é feito em uma esteira prolongada instalada em direção ao mar.

Apresentamos a esteira MOBI-MAT, amplamente utilizada ao redor do mundo, é confeccionada em material resistente, com características próprias que garantem durabilidade, leveza e eficiência. Essa esteira mostra-se como a melhor alternativa para a locomoção dos frequentadores na faixa de areia.

Neste sábado, a ONG ADAPTSURF estreou a primeira esteira MOBI-MAT no Brasil, adquirida através de uma parceria com a Contempos, durante as aulas do Projeto Surf Adaptado na praia da Barra da Tijuca. Sendo aprovada por todos os participantes e frequentadores do posto 2, que testaram a esteira em um belo dia de sol forte e mar agitado.

A esteira será utilizada o ano todo na PRAIA ACESSÍVEL e em diversas ações desenvolvidas pela ONG. Convidamos todos a conhecer de perto a novidade na Praia do Leblon, em frente ao posto 11, aos domingos das 10 às 15h.

Esperamos que esta iniciativa sirva de exemplo para a instalação de mais esteiras nas praias brasileiras.

Atualmente, a MOBI-MAT pode ser encontrada em praias da França, Espanha, Portugal, Califórnia, Havaí entre outras, de fácil instalação, a esteira pode ser utilizada por todo o público, incluindo as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, bicicletas, carrinhos de bebê, gestantes, idosos e crianças.

Agradecemos a Contempos pelo apoio e incentivo aos projetos da ONG ADAPTSURF.
Para mais informações acesse o site: http://www.contempos.com.br.

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