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André, atleta ADAPTSURF, local do Rio de Janeiro.

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Porque você escolheu praticar o surf? Qual o tempo de prática?
Em agosto de 2000 sofri um acidente de moto que me deixou na condição de usuário de cadeira de rodas. Sempre fui apaixonado por esportes e tenho uma predileção pelos que são praticados na natureza. Experimentei algumas modalidades esportivas direcionadas a pessoas com deficiência. Ao experimentar o surf adaptado me apaixonei. Quando estou no mar tenho uma enorme sensação de liberdade, parece que estou mais próximo de Deus. Pratico o surf adaptado a mais ou menos um ano e três meses.

Qual o tipo de treinamento realizado? Qual a freqüência?
Meu treino é feito na praia, com o com meu instrutor Luiz Phelipe Nobre. Ele me orienta, sobre a formação das ondas, posicionamento na prancha, forma de remar e etc. Sempre entro no mar com meu instrutor, mas o treino visa me dar o máximo de independência para que eu tenha cada vez mais autonomia e possamos um dia surfar juntos. Surfo todos os fins de semana e eventualmente vou à praia durante a semana, para atividades extras.

Quais as dificuldades encontradas para o treinamento?
Acho que a maior dificuldade esta na falta acessibilidade. A ONG ADAPTSURF publicou há pouco tempo, em seu site, um guia bem legal mostrando o que já existe de acessibilidade em praias no litoral do Rio de Janeiro, mas podemos observar que ainda estamos bem distante do ideal.

Possui algum apoio, patrocínio?
Tenho apoio da SeaCult que me apóia com material de surf shop e roupa e do Shaper Rafael Rodrigues.

Possui equipamento adaptado?
Sim, minha prancha possui algumas adaptações, do tipo alças e um Deck de borracha que além de me ajudar a ficar mais firme na prancha também tem a função de levantar meu tronco, melhorando meu posicionamento.

Sua familia e seus amigos apoiam você no esporte?
Sim

Qual o seu pico de surf preferido?
Pego onda na praia da Barra, próximo ao posto 2, mas já tive a oportunidade de surfar no Leblon, na praia de Itauna em saquarema e em Arraial do Cabo. Mas o que eu mais curti foi a praia de Itauna Saquarema.

Você gostaria de participar de competições de surf adaptado, se existissem?
O surf adaptado está evoluindo, participei de algumas demonstrações da modalidade, promovida pela ADAPTSURF em duas etapas do WQS. Na etapa brasileira do WQS / Rio Surf Pro International, que aconteceu no Arpoador ano passado e também na etapa do Coca-Cola Saquarema Pro 2010 WQS. Foi um barato! Há poucos dias participei da primeira etapa do Circuito ADAPTSURF, na praia da Barra próximo ao Posto2.

Em seguida tivemos a primeira competição oficial de surf adaptado no Estado do Rio de Janeiro. A competição aconteceu em Arraial do Cabo, na Praia Grande. Adorei participar, mesmo não tendo uma boa colocação. O evento terminou em grande estilo, com meu Amigo Henrique Saraiva levando o primeiro lugar. A modalidade ainda não está bem definida, mas agora, com a ADAPTSURF filiada a FESERJ- Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro, as coisas vão se acertando. A ADAPTSURF faz um trabalho bem legal, difundindo a modalidade aqui no Rio de Janeiro. Com isso mais pessoas estão conhecendo e praticando o surf adaptado. Acredito que não estamos longe de termos competições com baterias específicas divididas pelo tipo de deficiência e o comprometimento que cada uma gera.

O que você acha que poderia ser feito para viabilizar o acesso ao esporte adaptado pelas pessoas com deficiência?
O Estado poderia investir mais em centros de prática para desportiva. Em relação ao surf adaptado eu gostaria que o Poder Executivo viabilizasse a acessibilidade em todo o litoral brasileiro como acontece na praia da Manta Rota em Portugal.

Deixe uma mensagem aos leitores.
Eu posso e você também pode!
Dê oportunidade para que seus sonhos se realizem, pratique o AMOR e viva.


Carlos José KILL, atleta ADAPTSURF, local de Cariacica, Espírito Santo.

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Porque você escolheu praticar o surf? Qual o tempo de prática?
Porque surf é vida e eu necessito viver. Pratico o surf a seis anos.

Qual o tipo de treinamento realizado? Qual a freqüência?
Alongamentos diários, natação semanalmente e surf no fim de semana.

Quais as dificuldades encontradas para o treinamento?
Para a prática do surf a maior dificuldade encontrada é a falta de equipamento adaptado.

Possui algum apoio, patrocínio?
Não.

Possui equipamento adaptado?
Não

Sua familia e seus amigos apoiam você no esporte?
Sim

Qual o seu pico de surf preferido?
Solemar, em Jacaraipe, Espírito Santo.

Você gostaria de participar de competições de surf adaptado, se existissem?
Com certeza.

O que você acha que poderia ser feito para viabilizar o acesso ao esporte adaptado pelas pessoas com deficiência?
Maior envolvimento e força de vontade das pessoas que tem escolinhas de surf ou de outros esportes para trabalharem com o esporte adaptado e, também, mais apoio e patrocínios.

Deixe uma mensagem aos leitores.
Se tem um sonho nunca desista dele e sim sempre persistir!
E surf é vida, então pratique...
Good vibessss a todos!! Alohaaaaaaaaaaaa.


Rafael Rodrigues, shaper, Praia Grande litoral sul de São Paulo.

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Há quanto tempo você é designer de pranchas? Como foi o seu início?
A dez anos, comecei fazendo concertos na garagem depois me arriscando em alguns shapes para mim e daí para os amigos, em seguida, um foi indicando para outro.

Você faz todos os tipos de prancha? Qual sua preferência?
Sim, desde longboard, kneeboards até fish retrow mas minha preferência são as pequenas de 5’4’’ à 6’66 sempre abusando de fundos concaves e curvas trabalhando bastante o surfe com as bordas personalizando os shapes para cada tipo de surfistas, sem esquecer que faço de forma 100% artesanal.

Qual a importância do surf na sua vida?
Acordo pensando em surf e trabalho com surf, costumo falar que o surf e as ondas são um presente de DEUS em minha vida, me alivia bastante em todos sentidos, é com certeza algo espiritual vindo do CÉU.

Quais são os seus picos de surf preferidos?
Guilhermina, Feirinha, Casco e Praia do Tombo no Guarujá.

Fale um pouco sobre o seu problema de tremor nas mãos, como isto não afeta o seu trabalho?
Tenho um problema de tremores nas mãos desde bem pequeno que me atrapalhou muito na época da escola , já nos shapes venho trabalhando à dez anos tendo um reconhecimento legal e cada vez mais vendendo pranchas. Acho que quando ligo a plaina tudo passa e pessoas em minha volta só percebem se eu mostrar mesmo.

Porque você decidiu apoiar a ONG ADAPTSURF?
Me apaixonei pelo trabalho e quero ajudar fazendo todas as pranchas, inclusive as adaptadas, tem tudo a ver comigo.

Deixe uma mensagem para as pessoas.
Não coloque limitações em você mesmo, não desista lute!!! Na Bíblia diz que a alegria de Deus é a nossa força!!!
DEUS TE ABENÇOE!


Davi Souza, surfista adaptado, local de Natal, Rio Grande do Norte.

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Porque você escolheu praticar o surf? Qual o tempo de prática?
Desde os meus 11 anos de vida que pratico o Surf. Aos 17 anos sofri um acidente de moto no qual amputei a minha perna esquerda. Foi através do surf que tive força para voltar a viver.

Qual o tipo de treinamento realizado. Qual a freqüência?
No momento não tenho nenhum tipo de treinamento especial, só pego onda 3 vezes por semana.

Quais as dificuldades encontradas para o treinamento?
A maior dificuldade é a distância, as barreiras arquitetônicas e sociais, mas estou superando isso tudo graças a Deus.

Possui algum apoio, patrocínio?
Sim, Ortopedia Orto Rio e Arrisca Surfboards.

Você tem o apoio de seus amigos e familiares?
Sim, a minha família, minha esposa, filhos e meus pais.

Possui equipamento adaptado?
Não, é uma prancha de Kneeboard.

O que você acha que poderia ser feito para viabilizar o acesso ao esporte adaptado pelas pessoas com deficiência?
Acessibilidade dos acessos das praias associada a uma campanha de conscientização para a população em geral.


Adriano Stockler, sócio-fundador, analisador da acessibilidade das praias.

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Como foi a viagem?
A viagem à Indonésia foi muito boa, experiência única, estive em Bali e Grajagan, visitei belas praias e peguei altas ondas. O lugar é muito bonito, o povo é hospitaleiro, a arquitetura e as comidas são exóticas. Os hábitos são bem diferentes, em Kuta o transito é confuso e com mão inglesa. Em relação à acessibilidade, posso dizer que deixa a desejar.

Encontrou uma rota acessível até o destino?
Os aeroportos nas cidades grandes oferecem uma boa acessibilidade, mas em cidades pequenas os acessos ainda apresentam algumas barreiras arquitetônicas. Muitos trajetos na Indonésia são feitos de barco, estes, apresentam condições favoráveis para o transporte de pessoas com deficiência. Em relação à hospedagem, os hotéis, em sua maioria, não possuem as adaptações necessárias, em praias remotas as adaptações são menos presentes. Na Indonésia a acessibilidade pode ser considerada com regular. Para surfar essas ondas a melhor opção seria a viagem de barco, ao invés de se hospedar na cidade.

Como são as cidades por onde passou?
Baia de Grajagan ( G-Land), que fica ao leste da ilha de Java. Kuta, Seminyak, Legian, na ilha de Bali. Em Grajagan a vida é simples, o povo local vive em vilas de pescadores, lugar bonito e preservado. Bali é bem turística e movimentada, mas pouco desenvolvida.

Fale sobre a questão da acessibilidade das praias.
As praias visitadas oferecem diferentes níveis de acessibilidade. Existem praias onde o acesso é muito dificultado pela presença de grandes desníveis e também por longas bancadas de coral. Uluwatu (foto), a esquerda mais famosa, tem o acesso mais difícil realizado por escadaria e uma longa caminhada na bancada de coral. Outras praias em Bali possuem acesso direto da rua até a areia e ao mar. Kuta beach e Legian tem uma acessibilidade melhor.

Você viu algum surfista adaptado?
Não.

Tem alguma dica para quem pretende visitar esses lugares?
Uma boa dica é aproveitar os outros picos não tão explorados nas ilhas, visitar as praias menos turísticas e buscar lugares alternativos. A viagem de barco é uma ótima opção.

Deixe uma mensagem aos leitores.
Vale a pena sonhar e buscar sua realização sempre.


Professora Tânia Werner, Escola de Educação Física e Desportos, UFRJ.

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Na sua opinião, qual a importância da Educação Física Adaptada para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência?
1) Proporcionar o desenvolvimento global, as múltiplas inteligências, prevenindo o aumento das seqüelas neurológicas secundárias oriundas dos diversos tipos de deficiências.
2) Promover a autonomia, independência e conseqüentemente a inclusão.

Quais os fatores que influenciam o acesso das pessoas com deficiência à prática de atividades físicas? Visto que o número de adeptos é reduzido.
São diversos fatores, porém eu elencaria como fundamentais, o cumprimento das políticas públicas, a formação de recursos humanos continuada, as diversas acessibilidades que englobam: arquitetônica, metodológica, instrumental, atitudinal e comunicacional; e, principalmente, a quebra do estigma e preconceitos relativos às pessoas com deficiência.

Fale um pouco sobre o Grupo de Estudos que você orienta:
O grupo de Estudos e Pesquisas na área de Educação Física Adaptada iniciou em 2000. A proposta do Grupo é pesquisar as diferentes formas de intervenção da prática de atividades físicas ou esportivas e sua aplicabilidade na realidade, visando a melhoria de qualidade de vida das pessoas com deficiência. E também, divulgar o conhecimento construído, participando de Congressos, Seminários, Simpósios, Eventos e produzindo artigos para revistas científicas.

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E o projeto de Extensão em Atividades Aquáticas?
O Projeto de Extensão tem seu objetivo voltado ao aluno da graduação em Educação Física, tanto bacharelado como licenciatura, para que tenham a práxis pedagógica, ou seja, vivenciem, in loco, os conteúdos teóricos discutidos em sala de aula na disciplina de Educação Física Adaptada. Visa, também, fomentar pesquisas de campo em uma visão transdisciplinar, bem como atender a comunidade interna e externa à UFRJ.

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Em relação à acessibilidade, como funciona o NIA e como é sua atuação no núcleo?
O Núcleo Interdisciplinar de Acessibilidade foi criado em 2006 para atender a uma portaria do MEC. Trata-se de um grupo transdisciplinar para congregar todas as iniciativas e projetos da UFRJ. Visa planejar e viabilizar ações conjuntas para implementar as diferentes acessibilidades com o objetivo de inclusão e permanência das pessoas com deficiência na Universidade.

Como você classificaria a acessibilidade das praias cariocas?
Quase inexistente.


Dr. Luiz Phelipe Nobre, fisioterapeuta, presidente da ONG ADAPTSURF.

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Qual a sua ligação com o surf e como surgiu a idéia de fundar a ONG?
Sou Carioca e pratico o surf há 25 anos. Cursei fisioterapia na UFRJ e me especializei em esportes radicais, atuando em modalidades que necessitam de uma fisioterapia específica como é o caso do surf. Após anos surfando e exercendo a fisioterapia surgiu a oportunidade de trabalhar com a reabilitação de pessoas com deficiência através da prática lúdica do surf adaptado. Fui convidado por Henrique, surfista com deficiência física, para fundar a ONG ADAPTSURF e contribuir para o desenvolvimento da modalidade de esporte adaptado.

De que forma a ONG pode ajudar as pessoas?
No início, a proposta era oferecer a vivência prática do surf através de oficinas de surf gratuitas voltadas às pessoas com algum tipo de deficiência. Mas, atualmente nossas ações abrangem também outros aspectos relevantes para a vida da sociedade como um todo. Atuamos em três vertentes: Inclusão e integração social das pessoas com deficiência, acessibilidade das praias e também no âmbito da preservação ambiental.

Sobre a inclusão social, como é feita?
Nossa proposta é promover a inclusão social das pessoas com deficiência através do esporte, cultura e lazer, trazendo essas pessoas para praia, promovendo a integração com outras pessoas e com a Natureza.

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Fale um pouco sobre a questão da acessibilidade das praias.
Bem, essa questão é delicada. Aqui no Brasil, principalmente no Rio, os acessos às praias, em sua maioria, não possuem adaptações necessárias para garantir o direito de livre acesso ao lazer. As barreiras arquitetônicas impedem muitas pessoas de chegarem ao contato com a areia e o mar. Realizamos estudos aprofundados sobre a acessibilidade das praias que mostram, por exemplo, o total descaso dos órgãos competentes em relação ao acesso de cadeirantes ao lazer nas praias. Nós temos como meta alertar a sociedade sobre a importância das mudanças nos acessos, fazendo valer o que define a norma brasileira NBR 9050.

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Como a ONG ADAPTSURF atua na Preservação Ambiental?
Para desenvolvermos nosso trabalho principal com o surf adaptado, devemos contar com praias limpas, mares despoluídos e uma Natureza preservada. Pensando nisso, desenvolvemos um Projeto que visa conscientizar a sociedade sobre a importância da preservação do ecossistema costeiro. Promovendo ações de Educação Ambiental, estudos sobre as condições ambientais das praias e mutirões de limpeza. Freqüento as praias cariocas desde pequeno, e sempre fiquei atento ao aspecto da conservação, limpeza da areia e qualidade da água. Infelizmente, com a evolução do Mundo as praias estão cada vez mais poluídas e pouco preservadas. Temos que agir agora e garantir praias limpas para as futuras gerações.

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Para finalizar, qual mensagem que você gostaria de passar aos leitores?
Bom, gostaria de dizer a todos que se respeitem mais, para que juntos possamos construir uma sociedade mais justa, livre de preconceitos e que preservem a Natureza, pois é o bem maior que Deus nos concedeu. Obrigado. Aloha.





Henrique Saraiva, surfista adaptado, idealizador ADAPTSURF.

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Porque você escolheu praticar o surf? Qual o tempo de prática?
Pratico surf há oito anos. Decidi surfar por ser um esporte praticado na água, onde minhas limitações são reduzidas, além de estar ligado à natureza e eu poder estar junto aos meus amigos. O surf me deu muita disposição e alegrias.

Qual o tipo de treinamento realizado. Qual a freqüência?
Atualmente, surfo de 4 a 5 vezes por semana. Durante a semana, fisioterapia e natação tambem.

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Quais as dificuldades encontradas para o treinamento?
A única dificuldade é o momento de entrar na água, mas nunca me faltou alguém disposto a ajudar.

Possui algum apoio, patrocínio?
Tenho um apoio da loja de roupas de surf Addict.

Possui equipamento adaptado?
Minha prancha não possui nenhuma adaptação especial, é uma prancha de kneeboard como todas as outras.

O que você acha que poderia ser feito para viabilizar o acesso ao esporte adaptado pelas pessoas com deficiência?
Primeiro eu acho que as pessoas com deficiência têm que se interessar em buscar vencer as limitações e ter muita vontade de viver (enxergar que a vida é uma só e que é melhor viver bem, feliz do que triste, se sentindo vítima da vida).
Acho também que as empresas ligadas aos esportes deveriam patrocinar eventos, aulas, incentivos, etc, destinadas a pessoas com deficiência. Essas empresas deveriam se preocupar com a parte de Responsabilidade Social, o que grandes empresas do mercado corporativo já fazem há muito tempo.


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